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Copom mantém Selic em 13,75% ao ano e aponta riscos para a inflação

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Em resumo

  • O Banco Central manteve a Selic em 13,75% ao ano.
  • O Copom citou inflação acima do limite superior do intervalo de tolerância da meta, expectativas mais altas e sinais de desaceleração da atividade econômica.
  • A Selic permanece no mesmo patamar anunciado pelo Copom, sem redução ou aumento nesta decisão.
Projeto da cédula de 1 cruzeiro do concurso de 1966 do Banco Central para a escolha do padrão das cédulas do participante Alexandre Wollner.
Projeto da cédula de 1 cruzeiro do concurso de 1966 do Banco Central para a escolha do padrão das cédulas do participante Alexandre Wollner.. Foto: Governo do Brasil/Banco Central do Brasil/Museu de Valores do Banco Central do Brasil / Wikimedia Commons · Domínio público

O Comitê de Política Monetária (Copom) manteve a taxa Selic em 13,75% ao ano, segundo o Banco Central. O Comitê afirmou que a decisão é compatível com a estratégia de levar a inflação para perto da meta no horizonte relevante. Também declarou que a política monetária busca suavizar as flutuações da atividade econômica e fomentar o pleno emprego.

O que a decisão representa

A Selic permanece no mesmo patamar anunciado pelo Copom, sem redução ou aumento nesta decisão. O Banco Central classificou o nível atual como substancialmente contracionista e disse que a condução da política monetária exige cautela diante das incertezas, das expectativas de inflação mais elevadas e da desaceleração doméstica.

Selic mantida
13,75% a.a.
Projeção do Copom para o IPCA em 2026
5,6%
Projeção do Copom para o IPCA em 2027
4,7%
Projeção do Copom para o IPCA no 2º trimestre de 2028
3,5%
Expectativa Focus para 2026
5,2%
Expectativa Focus para 2027
4,8%

Fonte: Copom mantém a taxa Selic em 13,75% a.a.

Para quem acompanha financiamentos, cheque especial, cartão rotativo ou aplicações de renda fixa, o dado divulgado é a manutenção da Selic em 13,75% ao ano. A decisão, por si só, não define taxas ou rendimentos específicos desses produtos.

Inflação e atividade econômica

Segundo o Banco Central, as divulgações mais recentes mostraram aceleração da inflação cheia e da média das medidas subjacentes, ambas acima do limite superior do intervalo de tolerância da meta. As expectativas de inflação apuradas pela pesquisa Focus ficaram em 5,2% para 2026 e 4,8% para 2027, distanciando-se ainda mais da meta desde a decisão anterior.

O Copom elevou para 3,5% sua projeção para a variação do IPCA no segundo trimestre de 2028, horizonte relevante da política monetária. Na tabela de projeções do cenário de referência, o Comitê também estimou IPCA de 5,6% em 2026 e 4,7% em 2027.

Sobre a atividade, o Banco Central apontou moderação mais acentuada, sobretudo em setores mais cíclicos. O mercado de trabalho segue resiliente, mas apresenta sinais de desaquecimento. Os indicadores correntes, segundo o Comitê, são compatíveis com desaceleração da atividade no acumulado de 2026.

Riscos acompanhados pelo Copom

Entre os fatores que podem pressionar a inflação, o Banco Central citou os preços do petróleo e derivados, efeitos climáticos sobre a produtividade agrícola e os custos de energia, além de uma possível inflação de serviços mais resistente. Entre os riscos de baixa, apontou uma desaceleração doméstica ou global mais intensa e uma redução nos preços das commodities.

Fontes

  1. Banco Central do Brasil – Copom mantém a taxa Selic em 13,75% a.a.

Este texto foi produzido com apoio de inteligência artificial a partir das fontes acima e revisado segundo a nossa política editorial. Encontrou um erro? Peça uma correção.

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