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Copom mantém a Selic em 13,75% ao ano; decisão surpreende o mercado

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Em resumo

  • O Banco Central manteve a taxa básica de juros em 13,75% ao ano, por unanimidade.
  • A decisão veio em meio a incertezas sobre o câmbio e à inflação acima do teto da meta; a Selic também serve de referência para outras taxas de juros.
  • O Comitê de Política Monetária (Copom) manteve a Selic em 13,75% ao ano, por unanimidade, segundo a Agência Brasil.
Edifício sede do Banco Central do Brasil
Edifício sede do Banco Central do Brasil. Foto: Senado Federal / Wikimedia Commons · CC BY 2.0

O Comitê de Política Monetária (Copom) manteve a Selic em 13,75% ao ano, por unanimidade, segundo a Agência Brasil. A decisão surpreendeu o mercado financeiro, que esperava um corte de 0,25 ponto percentual, embora parte das instituições previsse a manutenção. No comunicado citado pela reportagem, o Banco Central afirmou que as incertezas aumentaram nas últimas semanas e que as expectativas de inflação continuavam acima da meta. O Comitê não indicou qual será o rumo dos juros nas próximas reuniões.

O que pesou na decisão

De acordo com a reportagem, as tensões cambiais e o fenômeno climático El Niño estão entre os fatores que dificultam a condução da política monetária. A fonte também aponta o agravamento da guerra no Oriente Médio e a instabilidade recente do câmbio. O Copom avaliou o cenário como desafiador, com expectativas de inflação mais altas e desaceleração mais acentuada da atividade econômica doméstica.

Selic mantida
13,75% ao ano
Selic entre junho de 2025 e março de 2026
15% ao ano
Meta de inflação
3%, com intervalo de tolerância de 1,5% a 4,5%

Fonte: Banco Central surpreende e mantém juros básicos em 13,75% ao ano

A Selic havia permanecido em 15% ao ano de junho de 2025 a março de 2026. Segundo a Agência Brasil, o Copom fez cinco cortes desde abril, em um período de queda da inflação, antes de manter a taxa em 13,75% ao ano.

Inflação e meta

A reportagem informa que o IPCA-15, prévia da inflação oficial, ficou em 0,32% em outubro, favorecido pela redução nas contas de luz. No acumulado de 12 meses, o índice passou de 4,5% para 4,62%, acima do teto da meta. A meta definida pelo Conselho Monetário Nacional é de 3%, com intervalo de tolerância entre 1,5% e 4,5%.

Segundo o boletim Focus citado pela fonte, a previsão do mercado para a inflação no ano é de 5,22%. Antes do início da guerra no Oriente Médio, as estimativas estavam em 3,95%. O Banco Central, por sua vez, havia mantido em 5,2% sua projeção para o IPCA em 2026 no relatório mencionado pela reportagem, mas informou que a estimativa seria revista.

Como a Selic se relaciona com crédito e aplicações

A Selic é a taxa básica de juros e serve de referência para outras taxas da economia, conforme explica a Agência Brasil. A reportagem afirma que juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança; taxas menores podem baratear o crédito e incentivar produção e consumo, mas tornam mais difícil controlar a inflação. A fonte não detalha o efeito da decisão sobre contratos específicos de financiamento, empréstimos ou aplicações. Portanto, a manutenção da taxa não permite concluir, por si só, qual será a condição oferecida a cada cliente por uma instituição financeira.

Fontes

  1. Agência Brasil - Banco Central surpreende e mantém juros básicos em 13,75% ao ano

Este texto foi produzido com apoio de inteligência artificial a partir das fontes acima e revisado segundo a nossa política editorial. Encontrou um erro? Peça uma correção.

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