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Tesouro Direto: tipos de títulos públicos e como funciona a rentabilidade

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Em resumo

  • Títulos públicos são uma forma de emprestar recursos à União.
  • Veja como os papéis ligados à Selic, à inflação ou a uma taxa prefixada se diferenciam e o que a CVM informa sobre resgates, oscilações e custos.
  • Os títulos públicos são papéis de renda fixa emitidos pelo Governo Federal para financiar a dívida pública e atividades como saúde e educação.
Edifício sede do Banco Central do Brasil (16607833736)
Foto: Edifício sede do Banco Central do Brasil (16607833736) / Wikimedia Commons · CC BY 2.0 · imagem ilustrativa

Os títulos públicos são papéis de renda fixa emitidos pelo Governo Federal para financiar a dívida pública e atividades como saúde e educação. Na prática, quem investe empresta dinheiro à União e recebe uma rentabilidade, segundo o Portal do Investidor, da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). O Tesouro Direto permite que cidadãos invistam nesses títulos pela internet.

A CVM informa que os títulos são garantidos pelo Tesouro Nacional e estão sujeitos ao chamado risco soberano: o governo garante o pagamento na moeda oficial do país, o real. Essa garantia não significa que o preço do título não possa oscilar antes do vencimento.

IR para saques em até 6 meses
22,5%
IR para investimentos acima de 2 anos
15%
Isenção de custódia no Tesouro Selic
Investimentos de até R$ 10.000,00

Fonte: Títulos públicos (Portal do Investidor, CVM)

Selic, prefixado e inflação: qual é a diferença?

O Tesouro Selic tem rendimento que acompanha a taxa básica de juros definida pelo Banco Central. A página da CVM o apresenta como uma opção para quem precisa do dinheiro em um horizonte mais próximo e informa que seu preço sofre pouca oscilação diária. Segundo o portal, há uma única opção, com prazo de até 6 anos, revisada a cada biênio.

No Tesouro Prefixado, a taxa é definida no momento da compra. A CVM usa como exemplo uma taxa de 10% ao ano e explica que o investidor sabe quanto receberá no vencimento se mantiver o título até essa data. Embora exista liquidez diária, o valor de uma venda antecipada depende dos preços de mercado do dia.

O Tesouro IPCA+ combina uma taxa fixa, definida na compra, com a variação do IPCA, índice oficial da inflação no Brasil. De acordo com a CVM, o título é voltado a objetivos de longo prazo e, se mantido até o vencimento, protege o valor investido da inflação conforme a rentabilidade contratada.

Renda periódica e objetivos específicos

Alguns títulos IPCA+ e Prefixados pagam juros semestrais. Nesse caso, parte dos juros é depositada a cada seis meses, em vez de todo o rendimento ficar para o vencimento. A CVM aponta essa modalidade para quem busca renda periódica e informa que títulos sem esses pagamentos podem ser mais vantajosos para quem pretende acumular patrimônio, pois evitam a antecipação do Imposto de Renda e favorecem os juros sobre juros.

O Tesouro RendA+ foi criado para aposentadoria complementar: após um período de acumulação, paga renda mensal por 20 anos, ou 240 parcelas, com valor protegido da inflação, segundo o portal. O Tesouro Educa+ é voltado à educação superior de filhos ou dependentes e paga renda mensal por 5 anos. A página também descreve o Tesouro Reserva, ligado à Selic e pensado para emergências, como estando em fase de testes e preparação para disponibilização geral.

Oscilações e custos

A marcação a mercado ajusta diariamente o preço dos títulos conforme as condições econômicas e as mudanças nas taxas de juros. Por isso, o valor exibido antes do vencimento pode ser diferente do esperado. A CVM informa que quem mantém o título até o vencimento recebe a rentabilidade contratada na compra; quem vende antes pode receber um valor afetado pelos preços de mercado.

O Imposto de Renda segue uma tabela regressiva: conforme a página da CVM, a alíquota começa em 22,5% para saques em até 6 meses e chega a 15% para investimentos acima de 2 anos. A taxa de custódia da B3 remunera a guarda e a gestão dos títulos. O portal informa isenção para investimentos de até R$ 10.000,00 no Tesouro Selic e regras específicas para RendA+ e Educa+ mantidos até o fim, conforme a renda mensal recebida.

Informações conferidas em 3 de novembro de 2026.

Fontes

  1. Títulos públicos (Portal do Investidor, CVM)

Este texto foi produzido com apoio de inteligência artificial a partir das fontes acima e revisado segundo a nossa política editorial. Encontrou um erro? Peça uma correção.

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